17.07.2006
Este blog foi encerrado.
Ticcia escreve agora em:
TÁ CHEGANDO A HORA.
Quando eu convidei a Ro para fazer um blog, não pensei exatamente no que iríamos escrever, nem em adotar pseudônimo, nem em manter privacidade, nem em que tipo de assuntos tratar, muito menos de que forma. O Megeras nasceu e viveu com a ingenuidade e o despreparo de uma brincadeira entre amigas cuja única proposta, ainda que nunca elaborada oficialmente, era de escrever sobre o que quisesse e o que desse vontade.
Nenhum dos assuntos de que tratamos aqui é nossa especialidade. A nossa especialidade sempre foi sermos nós mesmas, com todas as contradições, defeitos e erros, e dar pitaco no que a gente não entende. Talvez por isso o Megeras tenha sido o que foi, uma casa cheia de amigos queridos que riam e se emocionavam conosco. Talvez se tivéssemos sentado, eu e Ro, a fazer planos, pautas, grandes esquemas e jogadas de marketing, a elaborar assuntos e linhas do que escreveríamos, o Megeras nunca teria sido isso que foi, mais de 700.000 acessos, com tanto leitor legal, com tanta gente boa e talentosa nos fazendo companhia.
Aqui aconteceram as coisas mais maravilhosas dos meus últimos três anos. Por aqui eu conheci as pessoas mais especiais, mais queridas, mais amadas e mais sensacionais de que tenho notícia. Aqui também reencontrei gente que eu nunca imaginei que voltaria a encontrar e escrevi os meus textos mais queridos. O Megeras fica, a partir de amanhã, congeladinho, sem mais posts ou comentários, e eu sigo escrevendo na
casa nova. Fica aqui esse caderno de anotações dos nossos três anos juntos, cheio de recortes, fotos, carinhos, tristezas, vida, para a gente voltar e recordar sempre que der saudades. Foi tudo de verdade, tudo. Isso é o meu maior orgulho.
Queria também agradecer à Ro por esse tempo morando juntas e por todas as coisas que aprendi com ela. Foi só por que ela esteve comigo que o Megeras foi o que foi.
Hora de ir.
Espero que vocês me acompanhem. Beijos.
Até lá.
17.03.2006
SÃO TANTAS EMOÇÕES... (atualizado)
As gorduchas me fizeram uma homenagem linda, com direito a atmosfera seventy's.
O moço do café me deu até uma Marilyn com Chico Buarque.
Falzoca me chamou de deusa.
Mariza me fez um post trufado.
Rititi reproduziu o texto da minha cena preferida do cinema de todos os tempos: o monólogo da Agrado em Tudo sobre mi Madre. E, claro, teve a
Margarida, com o post maravelolololoso.

Que como santo de casa não faz milagre, a gente esquece das irmãs.
Lindos, obrigada.
Obrigada pelos mails, pelas mensagens, pelos cartões, pelos mais de 100 comentários.
Como eu tinha dito, EGOdzila está impossível. Hoje acordou, se travestiu de Gilda e tá por aí bem lindo, bem tudo, cantando. Amo vocês.
16.03.2006
O QUE EU QUERIA PRA HOJE.
15.03.2006
Minha querida sogra Margareth, megera mãe da Rô, descanse. O seu comentário vai aparecer com o post, à meia noite. Eu tava só testando...
17.02.2006
A Letter to the American Left
"...
For an outside observer it is passing strange, for instance, that a number of progressives needed, by their own admission, to wait for Hurricane Katrina before they got indignant about, or even learned about, the sheer scale of the outrageous poverty blighting American cities.
For a European intellectual used to the battlefield of ideas, it is simply incomprehensible that more voices weren't raised long ago, in the name of no less than the force of "the Enlightenment," to denounce the ridiculous fraud of the anti-Darwinian supporters of "intelligent design."
And what about the death penalty? How can it be that there isn't yet, within the political parties, especially the Democratic Party--which everyone knows will never budge on the question without decisive internal pressure--a trend of opinion calling for the abolition of this civilized barbarity?
..."
(Bernard-Henri Lévy, The Nation)
Aqui a íntegra.