04.05.2006

NÃO DESISTA, ESTAMOS COM VOCÊ!

por Ticcia, às 16:50 de 04.05.2006 - Categoria: Precariedades Políticas

Da Série A COPA DO MUNDO VEM AÍ E COM ELA...


...Alessandro Del Piero, para sua alegria e contentamento.

por Ro, às 15:27 de 04.05.2006 - Categoria: Cantinho cor-de-rosa do hooligan

Presentes e PRESENTES.

Vinho. Vinho e três queijos selecionados.

Roupão atoalhado. Roupão atoalhado e chinelos combinando.

Espuma de banho. Espuma de banho e esponja da mesma cor.

Batom. Batom e esmalte coordenados.

Perfume. Perfume e batom.

Lingerie. Lingerie e bombons de cereja.

Canecas para chá. Canecas para chá, chá e biscoitinhos.

Bolsa. Bolsa e carteira e/ou niqueleira.

Sapato. Sapato e bolsa.

Mala. Mala e frasqueira.

Pijama. Pijama e pantufas.

Botas. Botas e Xale.

Livro. Livro e luminária de cabeceira.

CD. CD e kit de fondue de chocolate.

Caneta. Caneta e caderno de anotações.

Livro de receitas. Livro de receitas e avental.

Casaco. Casaco e cachecol.

DVD. DVD e licor.

Uma jóia. Uma jóia e flores.

Champanhe. Champanhe e uma caixa de morangos.

por Ticcia, às 14:30 de 04.05.2006 - Categoria: Dicas Divinas

ACHADOS E PERDIDOS.


Marco Fernandes






Não Discuto.











por Ticcia, às 11:23 de 04.05.2006 - Categoria: Apoplexia Poética

Um degrauzinho acima

Tenho dedicado algum tempo a ler e estudar o que comumente chamamos de “sentimento de culpa”. Tenho dedicado mais tempo ainda a pensar sobre o assunto, inclusive conjuntamente e em análises empíricas: algumas pessoas sentem culpa, outras não. Claro, todos os tipos de pessoas dizem que sentem.

Existem pessoas que desenvolvem resistência a frustrações e tolerância à dor, são aquelas que conseguem se colocar no lugar dos outros. Aprendem cedo, por este caminho, a respeitar os direitos e limites alheios. São pessoas que imaginam como os outros podem se sentir em determinada situação, e ao se colocarem no lugar deles, sofrem. As injustiças cometidas contra outrem os machucam por que as pessoas que conseguem se colocar no lugar dos outros desenvolverem um sentimento moral verdadeiro, uma preocupação com o direito dos demais, que acreditam serem iguais aos seus. E elas sofrem mais do que o próprio outro diante da simples possibilidade de que a dor desse outro possa ter sido causada por elas. É essa tristeza que costumamos chamar de culpa.

Outras pessoas interrompem este processo emocional de maturidade no meio (já postei este texto fabuloso que coloca com propriedade como se forma um narcisista, aqui chamado de “egoísta” tendo em vista meu vício de linguagem adquirido pela leitura de inúmeras obras do Gikovate, que prefere esta expressão), pois não conseguem se colocar no lugar dos outros exatamente pelas dores aí envolvidas. Não lhes interessa uma eventual injustiça cometida contra outros por que eles não sofrerão com isto. Na escolha entre o outro e a si próprio, mesmo que a escolha possa ser hipotética, os egoístas escolherão a si, nem sempre de forma consciente. O freio interno do egoísta não é interno, é externo: o medo de represálias (morais ou legais). Portanto, os egoístas não sentem culpa.

Os egoístas, em virtude do sentimento de não suficiência, tornam-se criaturas que toleram mal o sofrimento – real ou fictício – em si mesmos. Isto determina sucessivas exigências, reivindicações, atenção e favores dirigidos aos que os rodeiam, e estes atos são registrados por estes como força. Os generosos, em virtude dos sentimentos de culpa, tornam-se criaturas que toleram mal o sofrimento – real ou fictício – “dos outros”. Isso determina sucessivas concessões aqueles que os rodeiam que são, por eles próprios (quando a auto-estima é baixa) e também pelos outros, registradas como fraqueza. Nem os primeiros são apenas força nem os segundos são os fracos, como podemos perceber. Senhores, tia Ro volta a bater na mesma tecla: o olhar que só enxerga por fora não enxerga nada!

Mas se a tristeza que deriva de se sentir causador de uma dor indevida a outra pessoa só se verifica em quem consegue fazer o exercício de se colocar no lugar do outro, é forçoso concluir que o sentimento de culpa, ou a emoção da culpa, é racional. Não, não há contradição em si mesma - ou há, e o ser humano é um infindável emaranhado de contradições. O sentimento de culpa não pode existir senão depois de um determinado grau de sofisticação da razão. Assim, é difícil imaginar uma criança de 2 ou 3 anos sentindo culpa, uma vez que esta emoção é muito pouco fundada em sentimentos primitivos, se é que se baseia em algum.

O amor adulto é a busca infantil pelo conforto que unia a criança a sua mãe* (aqui reside o xis da questão nas motivações inconscientes na escolha do parceiro amoroso), a inveja está ligada à vaidade ofendida, que está diretamente associada à raiva, componente natural do instinto sexual (as escolhas amorosas são compostas de uma nem sempre explosiva mistura de amor, inveja, vaidade, raiva e desejo). A culpa não. A culpa depende essencialmente da operação psíquica de se colocar no lugar do outro (despindo dos próprios pré-conceitos) e se identificar com o sofrimento deste ser humano diferente de si. Demanda força interior. Nem todo mundo tem, só os habilitados.

Mas a longa introdução foi para concluir despedaçando a Margarida: só sente culpa quem tem maturidade emocional para se colocar no lugar do outro, e só tem esta maturidade emocional quem desenvolveu tolerância às frustrações e à dor, e só tolera a dor quem foi treinado para isso, e esse treino vem do olhar de amor na infância. Só sente culpa quem está um degrau acima. Legal, né!? Ah, baby, como a senhoura está cansada de saber, não dá pra ficar parada no meio do caminho festejando a descoberta, é preciso seguir adiante: a generosidade excessiva também é doença. Aliás, é doença da vaidade, mas aí é oootafumiga.


* Quando eu falo mãe neste texto não estou me referindo essencialmente à mãe biológica, mas à figura materna, que sempre é representada na mente infantil por quem cuida da criança, seja ela a própria mãe, o pai, a avó, a babá ou irmão.

por Ro, às 10:47 de 04.05.2006 - Categoria: Pitacos Psíquicos

MAIS (MUITA) CANELA, POR FAVOR.

Pudesse eu, contrataria essa mulher para ilustrar a minha vida.



Fernanda Fonseca



Fernandinha, tu és um gênio, guria.

por Ticcia, às 09:29 de 04.05.2006 - Categoria: Ali Jabah

Da série CORRESPONDÊNCIA SECRETA - NO SOFÁ DA MÉDICA DA CACHOLA.

- Aí eu chorei, chorei, chorei e quando vi, tinha deitado na minha cama, travesseiros atrás da cabeça, mãozinhas cruzadas em cima da barriga, tendo altas revelações, exatamente na mesma posição que eu fico aqui. Ainda bem que a minha sessão era hoje, né?

- É, mas de qualquer forma, tu voltas sexta.


por Ticcia, às 09:20 de 04.05.2006 - Categoria: Correspondência Secreta

Da série MEUS FILHOS, EU ouVI.

- Ouvi propaganda na rádio de um restaurante que serve bufê e à la carDe. Tu sabe o que é?
- Não.
- O que será esse tal à la carDe?
- Não sei, mas deve ser bom, para fazerem propaganda que tem no bufê, né?
- É, deve ser. Será que é peixe?

por Ticcia, às 08:50 de 04.05.2006 - Categoria: Estórias da Carrocinha