02.01.2006
MAR ADENTRO.
Vi Mar Adentro ontem. Belíssimo. Um dos melhores. Não, não vou falar da liberdade do indivíduo e de sua escolha entre morrer ou viver. Eu queria falar de um efeito colateral do filme, que pode ter passado despercebido com tantos holofotes sobre a eutanásia. Ali há dois tipos de amor bem distintos. Há Júlia, a doente degenerativa, advogada, linda, loura e sofisticada, casada e confusa. Há Rosa, operária, simplória, ingênua, fracassada, abandonada. Rosa passa o filme todo parecendo um tanto tola e desmerecedora do papel principal na vida daquele homem. Na verdade, não é.
PONDO ORDEM NO GALINHEIRO.
Você entrou aqui enganado, prezado leitor, enganado. Tava procurando o blog MegeraS MagérrimaS não é isso? Pois é, se enganou, lamento. Aqui só tem UMA ÚNICA Megera, que nunca foi nem nunca vai ser magérrima, abandonada pela companheira de trabalho que sabe-se deus onde foi que se meteu. O fato, meus amigos, é que a bicha se empirulitou. Faz quase semana que a bocó aqui faz graça pro diabo rir, enfrenta TPM e o caraca a quatro, depressão de final de ano, síndrome de abstinência do namorado, tudo no osso do peito (modo de dizer) tentando manter esse muquifo aqui com um certo nível de graça, ginga e malemolência e aquela sedizente colaboradora nem tchuns. Já é dia 02, terminou o recesso, a folga, o bundalelê. Só porque os leitores esmirraram um pouquinho, já que tem penca de gentes de férias com coisa melhor pra fazer, ela nem dá as caras. Isso é pra vocês verem com quem 'cês tão lidando. Ela é uma vaca.